quarta-feira, 27 de abril de 2011

"E você me olha com essa carinha banal de "me espera só mais um pouquinho". Querendo me congelar enquanto você confere pela centésima vez se não tem mesmo nenhuma mulher melhor do que eu... E sempre volta."

Tati Bernardi



"E eu, finalmente, deixei de ter pena de mim por estar sem você e passei a ter pena de você por estar sem mim. Coitado."

Tati Bernardi

sexta-feira, 22 de abril de 2011

O trabalho e a exploração capitalista

"Voz não sois máquina; homens é que sois." O alerta de Carlitos, no início do século XX, é sintomático de uma sociedade, já naquela época, marcada por o encanto do homem pela máquina.
 Historicamente, a relação de trabalhadores com a liberdade e direitos pessoais é retrógrado. Na fase da I Revolução Industrial, é perceptível a exploração  de donos de fábricas para com os assalariados, uma vez que submetia-os a elevadas horas de trabalho e sálarios ínfimos.
Paralelamente, existe uma linha tênue com as disponibilizações e melhorias de trabalho. Essa instabilidade acarreta não só frustações para o trabalhador, como também eleva o índice de exaustão no campo profissional
 É necessário uma estrutura sólida entre as constituições trabalhistas, patrão e empregado. Defendo o salutar equilíbrio desses princípios.

Por: Raquel Diniz (O Trabalho na Construção da Dignidade Humana. Enem 2011/ Arquivo pessoal - resumo-)
                                                                               Retrato           

"Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio amargo.

Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração
que nem se mostra.

Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
- Em que espelho ficou perdida a minha face?"

 
Cecília Meireles
Como posso passar a tarde inteira pensando em você? Tantas taferas inacabadas e eu aqui... Nem o livro mais interessante é capaz de desprender a minha atenção. Eu preciso e quero me libertar de tudo isso! Já chega de criar expectativas banais. Xau, eu vou viver!

Por: Raquel Diniz



quinta-feira, 21 de abril de 2011


Não é que eu me sinto feliz com o que esteja acontecendo, mas aos poucos, isso vai me fazendo bem. Deixa o tempo nos conduzir, quem sabe não chegaremos juntos a algum lugar?
Por: Raquel Diniz

sábado, 2 de abril de 2011

Massagem nos pés

  
A massagem é uma técnica milenar praticada por chineses e egípcios, onde é estudada a relação de pontos específicos do corpo com os órgãos vitais. De acordo com a teoria da reflexologia, cada nervo dos pés (que são muitos), tem um papel importante dentro do sistema nervoso, o que garante que a massagem traga benefícios e bem estar aos adeptos. 
 Separei algumas das técnicas mais simples para um final de semana relaxante!!

Antes de iniciar a massagem, tenha em mãos: 

  • Duas toalhas aquecidas e bem macias;
  • Óleos para massagem (podem ser de amêndoas ou outras essências como, camomila, hortelã ou bergamota, são os que possuem agentes relaxantes);
  • Um lugar calmo (dê preferência com luz baixa para garantir mais o relaxamento);
  • Uma boa música calma de fundo para completar o ambiente;
Depois de tudo separado, lave bem os pés com água morna e os seque com a toalha bem suavemente.
Com as mãos bem firmes segure os pés para começar a massagem. Lembre-se que os toque devem ser bem pressionados e não leves, pois existem pessoas que sentem cócegas nos pés.

Siga passo a passo e tenha uma massagem espetacular:

  • Despeje um pouco de óleo de massagem nos pés;
  • Passe as mãos nos pés lentamente para espalhar o óleo;
  • Comece a massagear com os polegares na parte de baixo dos pés e os outros dedos segurando na parte de cima. Pressione os polegares em sentido aos dedos dos pés. Faça o mesmo movimento para cima e para baixo por 10 minutos em cada pé;
  • Com as duas mãos no mesmo pé, pressione as laterais com os polegares para cima e para baixo, com a duração de 2 minutos cada;
  • Utilize o polegar e o dedo médio como uma pinça segurando o calcanhar, pressionando com movimentos para cima e para baixo. Repita o movimento em um pé de cada vez por 4 minutos cada;
  • Em uma bacia redonda, coloque água morna em uma temperatura agradável e várias “bolinhas de gude”. Sente-se e role a sola dos pés suavemente sobre as bolinhas até a água esfriar.



























Castigo físico não educa


Se depender da opinião pública, a "Lei da Palmada"- que pretende proibir todo tipo de violência física contra crianças- nem sairá do papel. O texto ainda aguarda aprovação no Congresso, mas as pesquisas já indicam que, embora sua missão seja proteger os pequenos, a lei não conta com o apoio popular. Um desses levantamentos, divulagado pelo Instituto Datafolha em julho de 2010, mostra que 54% não querem que ela seja aprovada. Em outras palavras: mais da metade dos brasileiros reivindicam o direito de continuar batendo em seus filhos de vez em quando.
 A maior parte dos educadores é contra qualquer tipo de castigo físico. Eles garantem que é perfeitamente possível educar sem bater, e que a violência só traz prejuízos às crianças. Não faltam trabalhos acadêmicos comprovando essa tese. Um dos mais recentes, capitaneado por pesquisadores de 6 grandes universidades nos EUA, revelou que bebês que apanham com um ano de idade ficam mais agressivos quando chegam aos 2 anos. Já os que apanham aos 2 anos apresentam dificuldades de aprendizado quando completam 3.
 Mas é preciso diferenciar agressões como chineladas, beliscões e surras que deixam marcas ou ingligem dor daquilo que alguns definem como "palmada pedagógica". Essa, segundo muitos especialistas, não oferece risco algum e pode até ter efeito positivo na educação infantil- desde que aplicada com moderação. "Uma criança de até 5 anos ainda não tem plena capacidade intelectual para entender conceitos abstratos", diz a psicóloga Jonia Lacerda, do Instituto de Psiquiatria da USP, em entrevista à revista Veja. "Para essa criança, a linguagem corporal, muito mais direta e clara que a verbal, pode ser mais apropriada em algumas situações."

Texto: Arthur Albolea (Super Interessante- edição 289- A/ Mar 2011)

O meu Deus nunca falhará

“As perfeições de Deus são tão grandes e tão admiráveis que, se o mundo estivesse cheio de livros, se todas as criaturas fossem outros tantos escritores e se toda a água dos mares se convertesse em tinta, primeiro se encheriam todos os livros, se cansariam todos os escritores e se esgotariam os mares... e ainda assim, não teria explicado uma só de suas perfeições."

(Santo Agostinho- filósofo, teólogo e doutor da igreja- 354-430 d.C.)