"Voz não sois máquina; homens é que sois." O alerta de Carlitos, no início do século XX, é sintomático de uma sociedade, já naquela época, marcada por o encanto do homem pela máquina.
Historicamente, a relação de trabalhadores com a liberdade e direitos pessoais é retrógrado. Na fase da I Revolução Industrial, é perceptível a exploração de donos de fábricas para com os assalariados, uma vez que submetia-os a elevadas horas de trabalho e sálarios ínfimos.
Paralelamente, existe uma linha tênue com as disponibilizações e melhorias de trabalho. Essa instabilidade acarreta não só frustações para o trabalhador, como também eleva o índice de exaustão no campo profissional
É necessário uma estrutura sólida entre as constituições trabalhistas, patrão e empregado. Defendo o salutar equilíbrio desses princípios.
Por: Raquel Diniz (O Trabalho na Construção da Dignidade Humana. Enem 2011/ Arquivo pessoal - resumo-)